Ana Luiza Mello Ferrão, Júlio Almeida e Bruno Heck – grandes atiradores no tiro esportivo
Apesar da falta de incentivo para esse esporte, o tiro esportivo brasileiro vem crescendo e provou nesse Pan-Americano de Guadalajara que pode sim ser um destaque nas Olímpiadas de Londres, em 2012. É o caso de Ana Luiza Mello Ferrão, que conquistou um ouro histórico para o Brasil, sendo a primeira mulher do país a atingir esse posto na categoria de pistola 25 metros e quebrando o recorde da competição, somando 773.9 pontos, Júlio Almeida, com dois bronzes na pistola 10 metros e na pistola 50 metros, e Bruno Heck, bronze na carabina três posições.
Essas armas de pressão são ativadas por molas, pistão de gás e ar comprimido, o que não as caracteriza como armas de fogo e permite o seu comércio sem registro (com restrição apenas para menores de 18 anos). Ao pressionar o gatilho, o sistema libera a mola, que por sua vez empurra o ar, pressionando-o contra a bala, que é liberada em alta velocidade pelo cano da arma. Alguns modelos podem se diferir um pouco quanto a esse processo.
Pegando as carabinas de pressão como exemplo, também conhecidas como espingardas de pressão, podemos notar claramente a diferença entre as armas de fogo e as de ar. São estruturas mais simples, com menor quantidade de peças na montagem, o que permite que seu preço seja mais barato. Além disso, os seus calibres são reduzidos, geralmente entre 4.5mm e 5.5mm, proporcionando uma força de impacto menor e um alcance mais preciso para curtas distâncias, tornando-as ideais para as praticas esportivas e a caça de animais pequenos.

